Blog do Álvaro José
Nunca se nadou tão rápido ou se correu tanto…

A Festa de Pequim…
A maior Olimpíada de todos os tempos teve ingredientes impressionantes. Primeiro, o maior parque olímpico já construído e depois, performances absurdas.
Daqui a 30 anos, os Jogos de Pequim serão lembrados como a Olimpíada de Michael Phelps, com as suas oito medalhas de ouro numa única edição e 14 na carreira. Phelps deverá ser considerado o maior atleta olímpico da primeira metade do Século XXI. Agora terá sua carreira transformada em filme, sendo interpretado por Tom Cruise. Aí teremos uma pequena diferença de altura, que a tecnologia deverá compensar.
A mesma tecnologia que transformou esses Jogos num Big Brother cibernético, com câmeras em todos os locais da cidade. A mais impressionante se move em cima do Estádio Olímpico, a mais de cem metros, sustentada por cabos. Outra acompanha as chegadas do atletismo com velocidade real.
Esses olhares eletrônicos é que registraram os recordes mundiais de Usain Bolt, primeiro homem a vencer os 100 e 200 metros rasos numa Olimpíada, desde Carl Lewis em Los Angeles 84.
Phelps foi o deus das piscinas e Usain, o rei das pistas.
Nas corridas de fundo, o etíope Kenenisa Bekele conduziu o continente africano ao domínio das longas distâncias. Bekele venceu os 5 mil e 10 mil metros rasos na mesma Olimpíada, algo que não ocorria há 28 anos, desde Mirus Yifter, outro etíope, em Moscou 80. No desfile de abertura, a Etiópia homenageou Yifter e o colocou como porta bandeira.
Na Olimpíada da beleza, medalha de ouro para Isinbayeva com direito a recorde mundial no salto com vara. Imbatível no esporte. Na beleza teve rivais à altura. Como Blanka Vlasic, a croata do salto em altura. Os mais belos olhos que contemplaram a nossa festa.
A guerra das medalhas mostrou a queda do império norte-americano e a ascensão chinesa, impulsionada pelas mulheres.
As mulheres mudaram essa Olimpíada e abalaram os Estados Unidos. Começou na natação com a Austrália e passou pela Jamaica nas corridas do atletismo. Só nos 100 m rasos, a Jamaica fez o ouro, a prata e o bronze com suas belas negras.
Pequim chega ao fim com uma profusão de recordes mundiais e olímpicos batidos. Nunca se nadou tão rápido ou se correu tanto.
Até onde o corpo humano pode chegar?
Até onde vão os limites do espaço e do tempo?
Alvaro José
OLÁ, TUDO BEM???
ME RESPONDA UMA COISINHA A AUSTRÁLIA USA AS CORES VERDE E AMERELO NO SEU UNIFORME PORQUE? JÁ Q ESSAS CORES ESTÃO NA SUA BANDEIRA? SEI Q A HOLANDA USA O LARANJA POR CAUSA DA CORTE HOLANDESA…. AS CORES DA AUTRÁLIA TEM O MESMO SIGNIFICADO? ME RESPONDA PELO E-MAIL NÃO POSSO VER OS COMENTÁRIOS DIARIAMENTE…… SOU PROFESSOR DE ED. FISICA E UM ALUNO ME PERGUNTOU SOBRE ISSO E NÃO SOUBE RESPONDES VOCE PODE ME AJUDAR A SAIR DESSA?
abc do esporte
testarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
ALVARO…PROCUREI E ACHEI NESTE BLOG ,UMA MANEIRA DE TE DIZER QUE VOCE E UM GRANDE LOCUTOR E ENTENDEDOR ESPORTIVO. VOCE PULVERIZA. PARABENS POR ESTE DOM QUE DEUS LHE DEU. OBRIGADO.
Em primeiro lugar quero dizer que de longe o Álvaro José é melhor jornalista da TV Brasileira de todos os esportes. Parabéns, pois. Esta se nadando tanto devido aos tais maiôs, a que eu considero um doping branco, pois melhora artificialmente o desempenho dos atletas.