O Mestre dos Mares

O mundo olímpico tem contrastes que poucos entendem. Na vela, Robert Scheidt e Bruno Prada ficaram em posições intermediárias nas primeiras regatas e não iam bem. Até que começou a recuperação até a última regata- a corrida da medalha, com peso maior.
Aí, o gigante brilhou. Ao lado do parceiro Bruno Prada, ele assumiu a primeira colocação com a raia agitada , com forte correnteza e vento irregular. Nas primeiras bóias, Scheidt montou em primeiro e na última foi superado por Polônia e Suíça.
Sustentou a terceira colocação, que lhe daria o bronze. Mas os suecos se atrapalharam e chegaram em último, assim os brasileiros ganharam a prata em um feito sem precedentes. Foi a quarta medalha olímpica de Scheidt - dois ouros e duas pratas em quatro participações olímpicas.
O Mestre dos mares está de volta.
Álvaro José
hahah… Cara nao acredito que o Alvaro narrou o jogo desse jeito ai mesmo?
Ate que enfim alguem sensato, hahahah …
Tchu
Cesar Cielo e Maurren Maggi. Todas as honras para eles.
O brasileiro tem que se livrar de seu complexo de vira-latas, de que falava Nelson Rodrigues na época da conquista da primeira Copa do Mundo. O complexo de vira-latas, hoje, atinge quase todas as modalidades olímpicas. Vemos um ou outro atleta com confiança em si - sem soberba. A maioria, quando chega a hora de disputar o ouro, acha que já fez demais. Que suas origens humildes são um grande obstáculo para almejar o máximo. Chega disso! Não são só os brasileiros que fazem sacrifícios e têm dificuldades. Talvez as nossas sejam das maiores. Maior razão para acreditarmos em nós mesmos.
Parabéns, Cesar e Maurren!
Pedro.
Só pra falar que o Álvaro JOsé prova, mais uma vez, que o maior especialista em esportes olímpicos da TV…
Álvaro, diga para as jogadoras da seleção feminina de futebol que podem chorar à vontade, descarregar, nós, o povo brasileiro, seguraremos cada gota de lágrima delas com um orgulho que jamais poderá ser mensurado. Elas são sim o orgulho do Brasil, sem esquecer do Cielo. O Blog do Diego pede respeito, mas para PEDIR RESPEITO, TEM QUE RESPEITAR, QUEM NÃO SE DÁ O RESPEITO, NÃO PODE PEDIR O MESMO.
Esses velejadores, não só o Robert Scheidt e o Bruno Prada, mais tambem a Fernanda Oliveira e a Isabel Swan deram a maior aula, de que não se deve se desesperar como fizeram os outros atyletas, esses são atletas preparados.
Eu diria que foi lamentável o pouco que eu acompanhei da narração do Sr. Álvaro do jogo de vôlei de praia feminino Brasil x Eua. De maneira acintosa o comentarista esportivo estava idolatrando as americanas e praticamente humilhou as brasileiras tirando de nossa dupla todos os méritos.
Lembrando a vocês leitores algumas palavras de nosso narrador:
- As americanas estão dando uma aula
E quando as brasileiras faziam um ponto
- Que sorte tiveram as brasileiras
Sem contar que estávamos no inicio do segundo tempo e ele disse como consolo que as brasileiras ainda poderiam lutar pelo bronze.
É Sr. Álvaro José na minha opinião você está no lugar errado, pois nós brasileiros mesmo sabendo que vamos jogar com adversários fortes e que as chances são pequenas torcemos e vibramos mesmo assim e acreditamos até o último ponto.
Foi ridícula aquela situação!
Abraço.
Continuando falando de futebol (masculino) que se não nos dão alegrias pelo menos a Vela nos dá. E já virou tradição, desde que me entendo por gente, vejo o Alvaro José narrando as vitórias e/ou pódios de brasileiros da vela (Robert Scheidt e outros), que por esse motivo poderia de ser considerado o segundo esporte nacional.
Voltando ao futebol: na Copa, Ronaldinho só brincava; agora, está “deprimido”. Caramba, cadê o controle? Será que não dá prá simplesmente fazer o que ele sabe fazer: jogar????
Jamais tive tanta confiança em um atleta, mais Robert é aquele cara que pode ser considerado o Phelps dos mares. Quando entra os adversários tremem.